West Nile Virus (WNV)
Teste ELISA para diagnóstico de doença por WEST NILE VIRUS
Segurança e Prevenção para o vírus da Febre do Nilo Ocidental
O transmissor da doença é o mosquito, por isso, segundo a OIE, a melhor maneira de prevenir a contaminação com o vírus é proteger os animais das picadas dos mosquitos. Se possível, evitar ou reduzir o tempo nas zonas de risco, onde existe histórico de infecção.
Não deve haver nenhuma sanção aos cavalos potencialmente infectados, como restrições de trânsito ou importação/exportação, pois eles não são transmissores da doença, por se tratarem de hospedeiros terminais.
Fonte: OIE | Imagem: mosquitomagnet
Primeiro caso de Febre do Nilo em Equídeo no Brasil
Um animal do município de São Mateus/ES, foi diagnosticado como o primeiro caso de equídeo, no Brasil, com o vírus da Febre do Nilo Ocidental (FNO). Em dezembro de 2014 havia sido confirmado o primeiro caso positivo em humanos.
Popularmente conhecido como West Nile Virus (WNV), o caso foi restrito à essa localidade em apenas um indivíduo. A investigação foi iniciada no mês de abril em um animal com incoordenação motora e decúbito lateral. A doença também pode causar febre.
Após os primeiros testes diagnósticos, a suspeita inicial de raiva foi descartada, o que levou as autoridades a enviarem as amostras para o Instituto Evandro Chagas (IEC) e Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), referências no estudo e diagnóstico de arboviroses. Foram realizados testes por Biologia Molecular (PCR), com resultado Positivo para o agente da Febre.
Esse patógeno é um arbovírus, do gênero Flavivirus, semelhante ao vírus da Dengue e Febre Amarela. Ele só pode ser transmitido através de artrópodes, nesses casos, os mosquitos. O ciclo se completa com as aves (mosquito-ave-mosquito). Humanos e equídeos são hospedeiros acidentais e terminais, não transmitindo a doença.
Por se tratar de uma zoonose, o IDAF, Instituto de Defesa Agropecuária do Espírito Santo, e a SESA, Secretaria de Saúde do estado, trabalham em conjunto na investigação desse foco. Havendo suspeita da doença, o Órgão de Defesa Animal deve ser imediatamente notificado.
Em breve publicaremos mais conteúdo sobre o assunto.
Referência e Imagem: site OIE.int, 19/06/2018